O que recheia o pensamento de tipos como Jean Wyllys?

São idéias realmente antigas… e que acompanham o caminhar da humanidade. Idéias que parecem brumas… Estas  que se tornam mais densas em determinados períodos do Tempo,  e que depois acabam por se dissipar. Mas é um dissipar consciente… que visa na aparência quebrar sua relação com eventos passados, mas não tão remotos,  tanto que se fazem  ainda presentes na memória viva de muitos indivíduos que no século XX A.D. presenciaram, vitimaram ou foram vítimas, seu horror. Apesar disso, dessa experiência da relação direta com o horror,  certamente esses indivíduos reconheceriam apenas a sua forma, mas não a sua essência.  E nesse fragmento do Tempo, onde as brumas se dissipam,  essa essência do horror procura mudar sua forma, sua embalagem,  para assim poder mais adiante se adensar e novamente agir na realidade sem ser de imediato reconhecida.  É o caso presente, revelado pela arrogância do parlamentar sem votos do PSOL-RJ Jean Wyllys. Característica marcante daqueles que se consideram mais próximos da divindade à qual cultuam, e que atribuem ao “resto” dos indivíduos graus de inferioridade. Eis a religião política marxista do politicamente correto. Eis a religião de Jean Wyllys e de muitos outros ativistas e políticos. Religião que é manifestação de idéias remotas, transmitidas de geração em geração por pensadores os mais variados, e que produziu pilhas de cadáveres, principalmente a partir da Revolução Francesa, mas que realizar-se-á de maneira mais contundente a partir dos sistemas totalitários do século XX A.D., mais especificamente o Nazismo e o Comunismo.

A essência daquilo que aqui chamo horror, altera sua forma, travestindo-se de algo similar à bondade. Mas trata-se apenas de um mimetismo. A essência continua exatamente a mesma. Sua intenção é exatamente a mesma: se algo pode ser destruído, então, que seja destruído. É a própria religião de Satanás

Publicado originalmente em Notas do Facebook, 20 V 2011.

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