O país que queremos já foi. Agora é fundar um novo país.

Eu sou daqueles que não discute o país de amanhã, porque este já foi o país de ontem.

A degradação gradual, porém constante. Assim dizia meu avô para meu pai, assim dizia meu pai para mim mesmo. Conversar com os mais velhos é ter a oportunidade de ver outra realidade. O que era e o que é. A comparação é inevitável. O Brasil trata-se de uma promessa que não foi cumprida. As pessoas andam preocupadas com o que não é mais objeto de preocupação. O que se deve discutir não é mais o “país que queremos”, nada disso. O que se deve discutir é a fundação de um novo país. O resgate da religião, dos valores. A iniqüidade deve ser empurrada para o submundo do qual jamais deveria ter saído. Muitos políticos, empresário e ativistas têm que responder pelos seus crimes. As falsas promessas modernistas têm que ser apagadas da realidade. Podemos, e devemos, existir sem ter na mente a idéia fixa de uma utopia. Podemos, e devemos, existir na realidade, enfrentar as dificuldades, no sentido de tornar a vida mais branda. Com o Cristo no coração, na mente e, portanto, nas ações.

Publicado originalmente em Notas do Facebook, 04 VI 2011.

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